Esse blog que eu criei com muito carinho para os docentes e dicentes que tem amor as Artes Visuais.
DIVERSOS PLANO DE AULA
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
TRABALHANDO COM ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
01- DESENHO COM FOLHA DE
PLANTA:
Desenhar
com giz de cera usando folhas de diversas formas e tamanhos.
02 - DESENHO ESPELHO:
Oriente
os alunos a dobrar a folha de papel ofício ao meio e pingar cola colorida na
dobra – tornar a dobrar a folha e aparecerá uma surpresa.
03 - BOLINHAS DE SABÃO:
Material
Necessário: anilinas, detergente incolor, canudos, papel ofício e copos
descartáveis.
Procedimento:
Coloque um pouco de detergente com algumas gotas de anilina no copo (cada copo
com uma cor diferente) – os alunos deverão molhar o canudo nos copos e soprar
fazendo bolinhas de sabão no papel oficio.
OBS:
Uma técnica que surte efeito muito bonito, mas é necessário que o professor
tenha muita atenção para que as crianças não engulam o detergente.
04- DESENHO MÁGICO:
Desenhar
no papel usando apenas giz de cera branco, em seguida, com pincel passe tinta
guache em toda folha. As crianças adoram a surpresa!
05 - DESENHO LIVRE BRANCO NO
PRETO:
Material Necessário:
papel cartão preto giz de cera branco e creme dental branco.
Procedimento:
Desenhar livremente no papel cartão usando o giz e o creme dental.
06 - TEXTURA, FORMA E COR:
Colagem
de areia colorida em quadrados, triângulos e círculos.
07 - PAPEL ÚMIDO:
Molhar
a folha com algodão e pintar em seguida com tinta guache
Outras
ideias: Pintar com os dedos, com esponjas, com escova de dente, com giz de
lousa molhado no leite, desenhar na lixa, desenhar com hidro cor sobre papel
camurça.
A
criança trabalha com as mãos, aprendendo e apreendendo o mundo; vê através
delas, manipulando e modificando, destruindo e construindo, observando, mas
sobre tudo criando. Através das atividades lúdicas a criança consegue se
exprimir; entretanto, também se torna necessário mostrar-lhe alternativas,
perspectivas e concepções: a Arte como coautora da nossa sociedade - ampliando,
assim, sua visão de possibilidades, na experiência entre o real e o imaginário,
do comparativo e do demonstrativo da realidade humana.
Compete
ao professor a estimulação da criança, em todos os sentidos visuais e
perceptivos, pois sua sensibilidade e criatividade serão privilegiadas.
O PROFESSOR DE ARTES DEVE TER / FAZER OU SER
ü Responsabilidade;
ü Fugir
a Regra;
ü Ter
Inovação;
ü Ser
Contemporâneo/ Atual;
ü Ter
um Domínio de Conhecimento;
ü Aprender
e entender quais são os direitos e deveres do professor;
ü Estar
preparado para mostrar que somos competentes;
ü Deve
ter um bom planejamento;
ü Aprender
e entender a legislação para o ensino das artes visuais;
ü Incorporar
a vida do aluno ao processo pedagógico;
ü Ser
propositivo;
ü A
escola deve ter uma estrutura/ espaço e materiais adequados para que o
professor de artes visuais possa dar aula;
ü O
professor deve buscar alternativas quando necessário, bem como a solicitação
aos órgãos competentes;
ü Ter
dinamismo e saber envolver o aluno na aula;
ü Aproximar
a escola da vida do alunado;
ü Envolver
os pais dos alunos;
ü Questionar
o sagrado, o intocável;
ü Reformular
os projetos curriculares junto com o alunado;
ü Trabalhar
o contexto atual do aluno, sem se restringir a isto. Ou seja, ampliar os
horizontes;
ü Encontrar
novas alternativas de trabalho;
ü Dar
ao aluno a auto - expressividade;
ü Trabalhar
com o aluno a motricidade;
ü Reconhecer
o trabalho do aluno;
ü Evitar
o fazer artístico excessivo.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
- PLANO DE AULA: BLOCOS LÓGICOS – ENCONTRE A PEÇA.
Objetivos: Construção
das noções de:
1 - Conjunto, elemento e
atributo;
2 - Inclusão, exclusão
e pertinência;
3 - Desenvolvimento da
atenção e disciplina.
Preparação:
Material: Uma
caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oito blocos geométricos, de
quatro tipos de “figuras”: círculo, triângulo, quadrado e retângulo; que variam
em três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno e grande; e
em duas espessuras: fina e grossa.
Desenrolar:
1 - Dividir a classe em
grupos e espalhar os blocos lógicos pelo chão.
Para
descobrir qual é a peça, as crianças farão uma competição.
Dar
um comando das características de uma peça (por
exemplo: amarelo, triângulo, grande e fino) para um grupo.
Em
seguida, o grupo deve procurar e selecionar a peça correspondente para
mostrá-la, o mais rapidamente possível, às outras equipes.
A
competição poderá ter como objetivo verificar qual grupo encontra a peça
correta primeiro ou de qual grupo encontra mais peças corretas.
À
medida que acertam, recebem uma pontuação.
2 - Outra opção é de cada
equipe desafiar os outros grupos da classe distribuindo eles mesmos os atributos.
Conclusão: Desenvolve
o raciocínio lógico e a memorização das peças.
PROJETO: CRIANDO TEXTURA
Faixa Etaria: Educação Infantil
A Arte se apresenta no cotidiano infantil na forma de expressão da
sua visão de mundo, sua representação da realidade surge quando a criança
rabisca ou desenha no papel, na areia, na terra, na água; neste momento, ela
está utilizando a linguagem da arte para expressar-se. Esses trabalhos de
expressão não são apenas impressões que a criança deixa sobre o suporte, mas
explicitam o seu desenvolvimento intelectual, emocional e perceptivo. Para
Lowenfeld, “este período da vida é extremamente importante para o
desenvolvimento de atitudes sobre o próprio eu e para o estabelecimento da
noção de que o mundo é um ligar empolgante e aprazível para se viver.”
A presença da Arte na educação infantil apresenta um descompasso
entre a produção teórica existente e a prática pedagógica adotada por grande
parte dos educadores, para os quais as atividades desenvolvidas nas aulas de
arte são tidas como um passatempo, como um enfeite para as datas comemorativas,
sem significação para a criança, “por muitas vezes os adultos não considerarem
que a criança tem competência para elaborar um produto adequado.” Consideramos
fundamental que o professor que atua na educação Infantil, compreenda como se
dá o processo de criação nas crianças e suas fases de desenvolvimento criador,
para que possa propiciar a oportunidade à criança de crescer por meio de suas
experiências artística. Diante desta perspectiva, esta oficina apresenta a Arte
na Educação Infantil como uma linguagem que tem estrutura e características
próprias que possibilita à criança, no processo de criação, reformular suas ideias
e construir novos conhecimentos em situações onde a imaginação, a ação, a
sensibilidade, a percepção, o pensamento e a cognição são reativados. Serão
desenvolvidas atividades teóricas práticas que visam trabalhar o
desenvolvimento da imaginação criadora, da expressão, da sensibilidade e da
capacidade estética das crianças, buscando uma maior conscientização por parte
dos educadores acerca do processo de criação em arte na Educação Infantil.
Justificativa: Nos primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo
de imagens. Começam a perceber que podem agir sobre papeis ou telas provocando
mudanças. O projeto parte do principio que através da exploração de diferentes
materiais os pequenos ampliam a capacidade de expressão e o conhecimento do
mundo.
Objetivos: Trabalhar a motricidade fina e grossa.
Explorar diferentes materiais.
Estimular a percepção.
Despertar a apreciação por obra de artes.
Estratégias:
As professoras semanalmente
irão propor diferentes atividades tais como:
ü Pintura com esponja.
ü Impressão das partes do corpo (pé, mão, cotovelo e joelho)
ü Pintura com rolinhos pinceis e cotonete, palito de sorvete, escova
de dente.
ü Impressão de carimbo com legumes.
ü Molde vazado.
ü Pegadas com texturas.
ü Massinha de modelar caseira.
ü Pintura com folhagem, radiografia, plástico bolha, lixa e etc.
ü Apresentação de alguns autores e a releitura de obras de artes.
ü Criação de diversas com a mistura de tintas.
ü Criação de pintura assoprando com o canudinho de refrigerante na
folha de sulfit.
Habilidades Contempladas
Artes:
ü Manipular materiais como lápis e pinceis de diferentes texturas e
espessuras, brochas, carvão e, carimbo, etc.
ü Manipular diferentes meios como: tinta, água, areia, terra,
argila, etc.
ü Manipular diferentes suportes gráficos, como: jornal, papel, papelão,
parede, chão, caixas, etc.
ü Observar experimentar transformações (tintas e massas) utilizando
elementos da natureza (folhas, sementes, etc.) com a ajuda do educador.
ü Fazer uso de um mesmo recurso e diferentes situações exemplo:
tentas sopradas em canudo ou esponja com carimbo.
ü Criar desenhos pinturas colagem modelagem a partir do seu próprio
repertorio e da utilização dos elementos da linguagem das artes visuais ponto,
linha, forma, etc.
Natureza e sociedade:
ü Reconhecer e nomear as partes do corpo por meio de uso e da
exploração de suas habilidades físicas motoras e perceptivas.
ü Organizar e produzir ordenadamente etapas de uma instrução
(receitas, regras) com apoio do professor.
Avaliação: No decorrer das atividades, será observado o desenvolvimento psicomotor,
percepção visual, auditiva, tanto como a interação e a socialização dos alunos.
ELEMENTOS DO DESENHO
Os elementos do desenho estão relacionados
entre si e não podem ser facilmente separados. Porém, podemos distinguir quatro
grupos de elementos:
1. ELEMENTOS CONCEITUAIS;
1.1 - PONTO – Um ponto indica uma posição. Não tem
comprimento nem largura. Não ocupa nenhuma área ou espaço. É o início e o fim
de uma linha e está onde duas linhas se encontram ou se cruzam, para tanto,
denominamos com letras maiúsculas de nosso alfabeto.
1.2 - LINHA – À medida que um ponto se move, sua trajetória
se torna uma linha. Uma linha tem comprimento, mas não tem largura. Tem posição
e direção. É limitada por pontos. Forma as bordas de um plano.
1.3 - PLANO - A trajetória de uma linha em movimento se
torna um plano. Um plano tem comprimento e largura, mas não tem espessura. Tem
direção e posição e é limitado por linhas. O plano define os limites do volume.
1.4 - VOLUME – A trajetória de um plano em movimento se
torna um volume. Tem posição no espaço e é limitado por planos.
2. - ELEMENTOS VISUAIS – Quando desenhamos tornamos os elementos
conceituais em elementos visíveis. Portanto, podemos ver suas características:
2.1 – FORMATO – Qualquer coisa que pode ser vista tem um
formato que proporciona a identificação principal para nossa percepção.
2.2 – TAMANHO – Todos os formatos têm um tamanho, onde o
descrevemos por sua grandeza ou pequenez.
2.3 – COR – Um formato se distingue de seu entorno
devido à cor. A cor é aqui utilizada em seu sentido amplo, compreendendo todos
os matizes do espectro, mas também os neutros com suas variações tonais e
cromáticas.
2.4 – TEXTURA – A textura se refere às características da
superfície de um formato. Esta pode ser simples ou decorada, lisa ou áspera, e
pode agradar tanto ao sentido do tato quanto ao olhar.
3. – ELEMENTOS RELACIONAIS – Este grupo de elementos organiza a
localização e a inter-relação dos formatos.
3.1 – DIREÇÃO – A direção de um formato depende do modo
como está relacionado com o observador, com seu plano e com os demais formatos
próximos.
3.2 – POSIÇÃO – A posição de um formato é entendida pela
relação com o plano em que se encere.
3.3 – ESPAÇO – Formatos de qualquer tamanho, mesmo que
pequenos, ocupam espaço. Portanto, o espaço pode ser ocupado ou deixado vazio.
3.4 – GRAVIDADE – A sensação de gravidade não é visual, mas
psicológica. À medida que somos atraídos pela gravidade da terra, tendemos a
atribuir peso ou leveza, estabilidade ou instabilidade a formatos individuais
ou grupos de formatos.
Aprendizagem e significativa
|
Estrutura cognitiva
|
||||
|
Aprendizagem
|
||||
|
Aprendizagem significativa
|
Aprendizagem mecânica
|
|||
|
Aprendizagem significativa por recepção
|
Aprendizagem significativa por descoberta
|
Contínuo
|
||
Ausubel refere-se à estrutura cognitiva como:
O conteúdo total e
organizado de ideias de um dado indivíduo; ou, no contexto de aprendizagem de
certos assuntos, refere-se ao conteúdo e organização de suas ideias naquela
área particular de conhecimento.
Aprendizagem
Refere-se à aquisição de material ideativo na
estrutura cognitiva do indivíduo. Uma aquisição ideativa determinada tanto pode
ser mecânica como significativa, ou melhor, se situará entre esses dois polos.
Deve-se considerar, também, que uma mesma tarefa de aprendizagem poderá
requerer em passagens diferentes esses dois tipos de aprendizagem. Por exemplo,
uma tarefa que envolva a memorização de nomes e datas, ao mesmo tempo em que
requeira também que se compreenda a relação entre várias ideias. Nesse caso, a
memorização está mais próxima da aprendizagem mecânica, ao passo que a
compreensão estará mais próxima do polo de aprendizagem significativa.
Aprendizagem significativa
Dizemos que a aprendizagem será significativa
se as ideias expressas simbolicamente forem relacionadas às informações
relevantes, previamente adquiridas pelo aprendiz. Se este não tiver o suporte
ideacional pertinente, a aprendizagem será mecânica.
Bibliografias:
AUSUBEL, D. P. The role of discriminability in meaningful
verbal learning and retention. Journal of Educacional Psychology, 52: 266-74, 1961.
FARIA, Wilson. Aprendizagem e planejamento de
ensino. São Paulo, Ática; 1989.
PROJETO: TEXTURAS E SENSAÇÕES DIFERENTES.
Participantes:
Educação
Infantil
Duração:
um
mês.
Justificativa: Nos
primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo das imagens.
Começam a perceber que podem agir sobre papéis ou telas provocando mudanças e
produzindo algo para ser visto. O projeto, “Texturas e Sensações”, parte do
princípio que, através da exploração de diferentes materiais os pequenos
ampliam a capacidade de expressão e o conhecimento do mundo.
Objetivo
Geral: Trabalhar a motricidade fina a partir da exploração de
diferentes materiais.
Objetivos
Específicos:
ü Desenvolver
a imaginação e criatividade;
ü Explorar
diferentes materiais;
ü Estimular
a percepção visual;
ü Perceber
o tato;
ü Despertar
o gosto pela arte;
Técnicas
a serem utilizadas no decorrer do projeto:
ü Colagem
de algodão;
ü Colagem
de lã;
ü Colagem
com folhas;
ü Colagem
com areia colorida;
ü Colagem
com retalhos de E.V.A;
ü Colagem
com retalhos de E.V.A texturizado;
ü Amassado
e colagem de crepom;
ü Desenho
na lixa;
ü Desenho
com carvão;
ü Pintura
com cola gliter no celofane;
ü Pintura
com plasticor no jornal;
ü Pintura
no plástico bolha;
ü Pintura
com esponja;
ü Pintura
em tela;
ü Pintura
com têmpera cola e areia;
Avaliação: No
decorrer das atividades, será observado o desenvolvimento motor como também a
concentração dos alunos e confeccionar um álbum com todos os trabalhos
realizados no mural da escola.
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