DIVERSOS PLANO DE AULA

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

PROJETO: TEXTURAS E SENSAÇÕES DIFERENTES.


Participantes: Educação Infantil

Duração: um mês.


Justificativa: Nos primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo das imagens. Começam a perceber que podem agir sobre papéis ou telas provocando mudanças e produzindo algo para ser visto. O projeto, “Texturas e Sensações”, parte do princípio que, através da exploração de diferentes materiais os pequenos ampliam a capacidade de expressão e o conhecimento do mundo.


Objetivo Geral: Trabalhar a motricidade fina a partir da exploração de diferentes materiais.


Objetivos Específicos:

ü  Desenvolver a imaginação e criatividade;

ü  Explorar diferentes materiais;

ü  Estimular a percepção visual;

ü  Perceber o tato;

ü  Despertar o gosto pela arte;

 

Técnicas a serem utilizadas no decorrer do projeto:

ü  Colagem de algodão;

ü  Colagem de lã;

ü  Colagem com folhas;

ü  Colagem com areia colorida;

ü  Colagem com retalhos de E.V.A;

ü  Colagem com retalhos de E.V.A texturizado;

ü  Amassado e colagem de crepom;

ü  Desenho na lixa;

ü  Desenho com carvão;

ü  Pintura com cola gliter no celofane;

ü  Pintura com plasticor no jornal;

ü  Pintura no plástico bolha;

ü  Pintura com esponja;

ü  Pintura em tela;

ü  Pintura com têmpera cola e areia;

 

Avaliação: No decorrer das atividades, será observado o desenvolvimento motor como também a concentração dos alunos e confeccionar um álbum com todos os trabalhos realizados no mural da escola.

PLANO DE AULA: FORMAS E DESENHOS COM O BARBANTE




Grupo: alunos de pré-escola até 5º ano.

Objetivos: a dinâmica é uma ótima oportunidade para você observar melhor o comportamento da turma.

Tempo: uma aula

Local: A brincadeira pode acontecer na classe ou no pátio, dependendo do tamanho da turma.

Material: bastam um rolo de barbante e uma tesoura sem ponta para começar a brincadeira.

Desenvolvimento: Forme com os alunos uma grande roda e, em seguida, cada criança mede três palmos do cordão, corta para si e passa o rolo adiante.
Sugira que cada um brinque com o seu pedacinho de barbante.
Balançando o cordão no ar ou formando uma bolinha com ele, por exemplo, as crianças podem perceber sua textura, flexibilidade e versatilidade. Depois, toda a turma, incluindo o professor, cria no chão um desenho com o seu pedaço de barbante.
Prontas às obras, o grupo analisa figura por figura. Comentários e interpretações são muito bem-vindos.
Após percorrer toda a exposição, cada um desfaz o seu desenho e amarra, ponta com ponta, seu barbante ao dos vizinhos.
Abaixados ao redor desse grande círculo feito de cordão, as crianças devem criar uma única figura.
Proponha que refaçam juntos, alguns dos desenhos feitos individualmente. No final, em círculo, a turma conversa sobre o que cada um sentiu no decorrer da brincadeira.
Enquanto as crianças escolhem juntos quais os desenhos irão fazer e colocam a ideia em prática, o professor aproveitará para observá-las. Nessa fase da brincadeira surgem muitas ideias e cada aluno quer falar mais alto que o colega.
Alguns buscam argumentos para as suas sugestões, outros ficam chateados, debocham da situação, ameaçam abandonar a roda e, às vezes, cumprem a palavra.
O professor deve ficar atento ao comportamento da turma durante esses momentos de tensão. Eles serão produtivos se você abandonar sua posição de coordenador e deixar o grupo resolver seus impasses, ainda que a solução encontrada não seja, em sua opinião, a melhor.
Conclusão: Por meio desse jogo, os alunos tomam consciência de seu potencial criativo e se familiarizam com as atividades em equipe.
É muito interessante repetir a brincadeira com a mesma classe semanas depois. É hora de comparar os processos de criação com o barbante, avaliando a evolução do grupo diante de um trabalho coletivo.
 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

PERGUNTA: O QUE A GENTE ACHA QUE É ARTE?

Na minha concepção a arte não é só uma imagem em um quadro ou uma escultura é muito mais ela é nossa cultura a nossa história  humana  ela é uma  interpretação da nossa vida,  a arte também pode ser  qualquer tipo de manifestação  desse sujeito  humano  perante  a sua  concepção  de vida  sensível  onde ele estabelece  um contato entre aquilo que ele  imaginou  aquilo que ele percebeu e aquilo que ele vê  da natureza.
A arte está como se, vestir, como o se calçar, nas construções mais diversas, na musicas nos teatros, em fotografia, nas diferentes religiões, em decorações (como de uma casa, de festa e porque não de velório), nas diversas plantações e também  como se expressar a arte é planejar a nossa vida, a arte é a beleza para uns e a feiura  para outros ela nos ressalta sentimentos e imaginações.
Concluindo a arte é a interpretação da história humana, diante dos  acontecimentos que ser tonaram passados, ou diante do comportamento social de  hoje e de seus futuros que ar por vir, a arte pode incomodar ou não mais ela está ai a  arte não só relacionada à vida, mais na morte também, por isso eu insisto em dizer  que a arte é cultura e porque não uma mudança social.
E esse sujeito humano é um sujeito de dupla visibilidade, por um lado é um sujeito que busca uma expressão de sentimento, uma expressão perceptiva e por outro lado ele é uma mudança social porque toda vez que ele pensou alguma coisa e realizou isso como instrutora artística ele muda um pouco a sociedade mais para mostrar a cultura, ou melhor, é falar sobre toda a história humana. 


Referencias:

Disponível em < http://www.aluzdaluz.com.br/o_que_e_arte.htm > acesso 25 agost. 2012.

Disponível em < http://www.pitoresco.com.br/espelho/valeapena/arte/arte.htm > acesso 25 agost. 2012.

domingo, 13 de janeiro de 2013

PROJETO: COTAÇÃO DO HISTÓRIA – QUEM QUER CASAR COM A DONA BARATINHA.



 
 
O trabalho com a contação de histórias, segundo Abramovich (1991), é importante porque para a criança tornar-se uma leitora, o primeiro passo é ouvir histórias. Neste aspecto, é possível ressaltar que o primeiro contato da criança com as histórias é pela oralidade e, portanto, através de outras pessoas.

Nesta perspectiva, a partir da contação de uma história, a criança por não estar vendo imagens, é capaz de se aventurar no mundo do ‘faz-de-conta’, que é um território importante  para a infância. Por isso, por meio da contação, buscou-se brincar com esse mundo do ‘faz-de-conta’, partindo de personagens que conseguem resolver seus problemas para que a criança possa se identificar com elas.

Os contos de fadas atingem as crianças, entretendo-as e estimulando sua imaginação, como nenhum outro tipo de literatura talvez seja capaz de fazê-lo, e assim, contribui para a formação dos pequenos leitores. Sugerindo soluções simples, os contos, já que, se referem aos problemas interiores, promovem o desenvolvimento de recursos internos e criam soluções para dificuldades a serem enfrentadas no decorrer do seu crescimento.

Como afirma Bettelheim (1986, p. 20):

Enquanto diverte a criança, o conto de fadas a esclarece sobre si mesma e favorece o desenvolvimento de sua personalidade. Oferece significado em tantos níveis diferentes, e enriquece a existência da criança de tantos modos que nenhum livro pode fazer justiça à multidão e diversidade de contribuições que esses contos dão à vida da criança.

 

Nesse sentido, pode-se perceber a relevância dos contos de fadas para as crianças, pois essa atividade reside em algo mais do que ensinamentos sobre as formas corretas de se comportar, elas são terapêuticas, porque a criança  encontra a sua própria solução através da contemplação do que a história parece implicar acerca de seus conflitos internos, nesse momento da vida.
Tomando característica marcante dessa área, o poder de lidar com conteúdos da sabedoria popular e conteúdos essenciais da condição humana, eles vivem até hoje e continuam envolvidos no mundo maravilhoso, universo que denota a fantasia, partindo sempre de uma situação real e concreta, lidando com emoções que toda criança já viveu.   
 
 

JUSTIFICATIVA

A arte de contar histórias é uma tradição antiga. Nossos avós, nossos pais contaram belíssimas histórias fazendo-nos viajar pela imaginação. Hoje, infelizmente, este costume se perdeu no tempo. Em função deste indicador através do Projeto ”Contação de Histórias” desenvolvido pela bibliotecária da escola propõem-se o resgate dessa arte através de atividades desenvolvidas para alunos como a contação de histórias, desenhos para colorir, dobraduras, filmes e músicas. É um projeto, que vem trazer algumas possibilidades de acesso à literatura, a arte e a música.


OBJETIVOS

Possibilitar aos educandos de 1º Ano da EMEF: Eduardo Prado, o momento de audição de histórias, influi no processo de desenvolvimento individual dos alunos, tanto dentro da escola, como também nas suas relações sociais em outros espaços. Além de incentivar a leitura e a fruição da literatura como arte, objetiva-se transmitir valores que determinam atitudes éticas, que possibilitam a melhor convivência no ambiente escolar.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

*Usufruir de um momento lúdico, movido à fantasia e imaginação;

*Perceber a importância da contação de histórias como uma manifestação cultural;

*Desenvolver habilidades, por meio da observação e prática, que lhe possibilitem contar suas histórias de maneira mais elaborada;

*Criar o hábito de ouvir histórias, como também o respeito a pessoa que se dispõem a falar;

*Dispor-se a conhecer o novo, o diferente;

*Refletir, por meio das histórias e seus discursos, em sua conduta diante do meio em que vive.

*Despertar o gosto pela literatura;

Contar histórias para crianças é poder sorrir, gargalhar com as situações vividas pelos personagens, é através das histórias da literatura infantil, que as crianças descobrem outros lugares, outros tempos, outros jeitos de viver, de agir e de ser. A prática de trazer a contação de histórias para ambiente escolar permite a ampliação do processo de comunicação entre as crianças.

METODOLOGIA 

Far-se-á uma contação de histórias no EMEF; Eduardo Prado por aluna do ultimo semestre de Licenciatura em Pedagogia. A escolha das histórias foi e será feita com base em tema estabelecida pelas próprias alunas sendo que a maioria das alunas já são professoras por te feitos o magistério.   

Referencia:

BETHELHIM, B. A psicanálise dos contos de fadas.R.J: Paz e Terra, 1986. p. 11-191

 

BOLICHE DAS CORES




  • Como Jogar: Cada cor vale uma pontuação que varia conforme a idade das crianças. Como trabalho com terceira série, imaginei a seguinte pontuação:

                           ROSA:  10 pontos

                           VERDE: 20 pontos

                           AZUL:  40 pontos

                           VERMELHO:  100 pontos


      Uma criança de cada vez joga uma bola de meia contra os pinos do boliche e registra em sua planilha os pinos que conseguiu derrubar e calcula a sua pontuação:
 


PINOS

1ª jogada

2ª jogada

3ª jogada

4ª jogada

5ª jogada

Rosa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Verde

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Azul

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vermelho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
  • Faixa etária: Crianças do Ensino Fundamental, sendo que para cada idade deve ser dado um valor diferente para os pinos.
 
  • O que desenvolve: Além de entreter e divertir jogo de boliche exercita a coordenação motora, a direção, a análise de estratégias, proporcionando momentos de convivência coletiva que desenvolvem os contatos sociais e as relações emocionais. Com a contagem dos pontos os alunos estão aperfeiçoando sua capacidade de cálculo mental e o raciocínio lógico. 
 
  • Número de participantes:  Pode-se jogar com a turma toda ou com pequenos grupos de alunos. 


Aplicação da atividade: Realizei o boliche com toda a turma junta. Afastamos as mesas e sentamos no chão em um grande círculo. Fiz a tabela para a pontuação em uma matriz. Cada aluno recebeu a sua tabela para o controle dos pontos.

Um aluno de cada vez atirava a bola de meia e anotava a sua pontuação. Percebi dificuldade das crianças em acertar as garrafas, muitos jogavam a bola bem longe e não acertavam nenhuma garrafa. Inicialmente, eu imaginava que cada aluno faria o seu cálculo, mas o que aconteceu foi que a turma toda acabava somando os pontos dos colegas. Alguns usavam os dedos para somar a sua pontuação e contavam de 10 em 10.

Adorei realizar essa atividade e as crianças também. No início elas faziam os cálculos com mais lentidão e, como já falei, usavam os dedos, mas depois de um tempo de jogo, a turma já calculava mais mentalmente.

Eles deram a idéia de jogarmos outro dia com pontuações mais altas. Isso mostra que já estão tendo facilidade de calcular mentalmente os números mais baixos e já se sentem à vontade para seguir além. Quando eu percebia que alguns alunos não conseguiam fazer a soma e apresentavam maior dificuldade, levava-os a pensar na base 10, já que com esse material a turma já compreende bem. Assim fazia algumas intervenções necessárias: 

**Quantar barrinhas vale o pino rosa?

**Quantos pinos rosa você derrubou?

**Então quantos pontos você fez?

Como eu percebi que alguns alunos acabavam não somando, pois os colegas falavam a resposta, para uma próxima vez criaria duplas, onde um joga e o outro soma a pontuação do colega, sem que a turma possa dar as respostas. Talvez também não sentaria os alunos em círculo, pois eles se empolgam muito e acabam se aproximando muito e quase fecham o círculo.